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OF destaca papel estratégico dos farmacêuticos hospitalares na inovação e sustentabilidade do SNS

28 Novembro 2025
OF destaca papel estratégico dos farmacêuticos hospitalares na inovação e sustentabilidade do SNS
A Ordem dos Farmacêuticos marcou presença na sessão de abertura do XVIII Congresso Nacional da Associação Portuguesa de Farmacêuticos Hospitalares, que decorre de 27 a 29 de novembro, na Alfândega do Porto, sob o lema “Elevar a Saúde a bom Porto”.
Em representação da direção nacional, Catarina Coelho destacou a necessidade de adaptação da profissão num contexto de rápida evolução: "Torna-se inevitável refletirmos sobre uma transformação profunda, capaz de permitir a adaptação a uma área em acelerada mutação, tanto ao nível técnico como científico, clínico e organizacional.”

A dirigente sublinhou também o compromisso dos farmacêuticos com a sustentabilidade e a equidade no acesso às terapêuticas: "Devemos estar na linha da frente do desenvolvimento de modelos que garantam a sustentabilidade do SNS, assegurando que as terapêuticas emergentes chegam a todos os cidadãos.” Catarina Coelho reforçou que a inovação farmacêutica vai além da inovação terapêutica, integrando tecnologia, uso racional dos medicamentos e um compromisso ético orientado para benefícios reais para os doentes e para equipas multidisciplinares e, consequentemente, para a qualidade global dos sistemas de saúde. Destacou ainda a Norma da Consulta Farmacêutica, prestes a entrar em consulta pública, como "um marco estrutural na valorização do ato farmacêutico” e essencial para um acompanhamento clínico mais qualificado. "A consulta farmacêutica permite identificar problemas relacionados com medicamentos, melhorar a adesão, prevenir eventos adversos e promover uma abordagem verdadeiramente personalizada. Ao implementar esta norma de forma transversal, estamos a reforçar a autonomia técnica dos farmacêuticos, a qualificar o acompanhamento clínico e a contribuir para uma utilização mais eficiente dos recursos, garantindo melhores resultados em saúde."

A concluir, afirmou ser essencial "continuar a diferenciar a intervenção farmacêutica na farmácia hospitalar”, especialmente perante terapêuticas mais complexas e dispendiosas, garantindo abordagens custo-efetivas e melhores resultados em saúde.