TOP FH 2024 | 1ª EDIÇÃO
A Ordem dos Farmacêuticos (OF) apresentou, no dia 29 de outubro, os resultados do projeto "TOP Farmácia Hospitalar”, que teve o Alto Patrocínio do Ministério da Saúde. Desenvolvido em parceira com a IQVIA, o projeto avaliou e comparou, pela primeira vez no nosso país, as atividades desenvolvidas em diferentes farmácias hospitalares, através de uma matriz de indicadores assente em três dimensões distintas: Consumo e Preparação de Medicamentos; Atividades Clínicas; e Segurança do Doente.
O inquérito enviado a todos os diretores de Serviços Farmacêuticos hospitalares participantes incidiu sobre a atividade realizada pelos farmacêuticos durante o ano de 2023. Para esta primeira edição do projeto, foram convidadas todas (n=44) as Unidades Locais de Saúde (ULS) de Portugal Continental e os hospitais das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira. Com adesão voluntária, a iniciativa registou a participação de 77% (n=34) das unidades hospitalares convidadas.
O estudo optou por agrupar as unidades com características similares, mantendo os clusters definidos pela Administração Central do Sistema de Saúde para efeitos de financiamento, tendo por base o número de camas, tipologia de serviços e níveis de complexidade.
De acordo com os resultados apurados, em 2023, existiam 712 farmacêuticos nos hospitais participantes, oscilando o número médio de 7,8 nos hospitais do Cluster B e os 50,7 farmacêuticos nos hospitais do Cluster E.
Entre os parâmetros avaliados na dimensão relativa ao Consumo e Preparação de Medicamentos estiveram o número de medicamentos introduzidos no Sistema Nacional de Avaliação das Tecnologias de Saúde, o rácio entre medicamentos biológicos originadores e medicamentos biossimilares e o número de preparações estéreis e não estéreis.
No âmbito das Atividades Clínicas, os indicadores avaliados englobaram as visitas médicas com a participação do farmacêutico hospitalar, as reuniões multidisciplinares com participação do farmacêutico hospitalar, a monitorização da farmacocinética e as consultas farmacêuticas em ambulatório.
No que se refere à Segurança do Doente, foram avaliados os números de reconciliações terapêuticas realizadas em cada unidade, bem como de validações de prescrições, reações adversas a medicamentos reportadas e os ensaios clínicos em curso.
O inquérito enviado a todos os diretores de Serviços Farmacêuticos hospitalares participantes incidiu sobre a atividade realizada pelos farmacêuticos durante o ano de 2023. Para esta primeira edição do projeto, foram convidadas todas (n=44) as Unidades Locais de Saúde (ULS) de Portugal Continental e os hospitais das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira. Com adesão voluntária, a iniciativa registou a participação de 77% (n=34) das unidades hospitalares convidadas.
O estudo optou por agrupar as unidades com características similares, mantendo os clusters definidos pela Administração Central do Sistema de Saúde para efeitos de financiamento, tendo por base o número de camas, tipologia de serviços e níveis de complexidade.
De acordo com os resultados apurados, em 2023, existiam 712 farmacêuticos nos hospitais participantes, oscilando o número médio de 7,8 nos hospitais do Cluster B e os 50,7 farmacêuticos nos hospitais do Cluster E.
Entre os parâmetros avaliados na dimensão relativa ao Consumo e Preparação de Medicamentos estiveram o número de medicamentos introduzidos no Sistema Nacional de Avaliação das Tecnologias de Saúde, o rácio entre medicamentos biológicos originadores e medicamentos biossimilares e o número de preparações estéreis e não estéreis.
No âmbito das Atividades Clínicas, os indicadores avaliados englobaram as visitas médicas com a participação do farmacêutico hospitalar, as reuniões multidisciplinares com participação do farmacêutico hospitalar, a monitorização da farmacocinética e as consultas farmacêuticas em ambulatório.
No que se refere à Segurança do Doente, foram avaliados os números de reconciliações terapêuticas realizadas em cada unidade, bem como de validações de prescrições, reações adversas a medicamentos reportadas e os ensaios clínicos em curso.
| PARTICIPANTES |
| UNIDADES DE SAÚDE DO GRUPO B |
| Hospital da Horta Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde de Barcelos/Esposende Unidade Local de Saúde de Castelo Branco Unidade Local de Saúde do Baixo Mondego Unidade Local de Saúde do Estuário do Tejo Unidade Local de Saúde do Médio Ave Unidade Local de Saúde do Oeste |
| UNIDADES DE SAÚDE DO GRUPO C |
Hospital de Cascais Dr. José de Almeida Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira Unidade Local de Saúde da Arrábida Unidade Local de Saúde da Cova da Beira Unidade Local de Saúde da Região de LeiriaUnidade Local de Saúde da Região de Aveiro Unidade Local de Saúde de Loures/Odivelas Unidade Local de Saúde de MatosinhosUnidade Local de Saúde do Alto Alentejo Unidade Local de Saúde do Alto Ave Unidade Local de Saúde do Alto Minho Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo Unidade Local de Saúde do Médio Tejo Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa |
| UNIDADES DE SAÚDE DO GRUPO D |
Sesaram - Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira Unidade Local de Saúde de Almada/Seixal Unidade Local de Saúde de Amadora/Sintra Unidade Local de Saúde de Braga Unidade Local de Saúde do Alentejo Central Unidade Local de Saúde do Algarve |
| UNIDADES DE SAÚDE DO GRUPO E |
Unidade Local de Saúde de Coimbra Unidade Local de Saúde de Lisboa Ocidental Unidade Local de Saúde de Santa Maria Unidade Local de Saúde de Santo António Unidade Local de Saúde de São João Unidade Local de Saúde de São José |
| PRÉMIOS DE DESEMPENHO GLOBAL |
CLUSTER B
| NOMEADOS |
| Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde do Baixo Mondego Unidade Local de Saúde do Estuário do Tejo |
| VENCEDOR |
| Unidade Local de Saúde do Baixo Mondego |
CLUSTER C
| NOMEADOS |
| Unidade Local de Saúde da Cova da Beira Unidade Local de Saúde da Região de Leiria Unidade Local de Saúde de Loures-Odivelas |
| VENCEDOR |
| Unidade Local de Saúde de Loures-Odivelas |
CLUSTER D
| NOMEADOS |
| Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira Unidade Local de Saúde de Almada-Seixal Unidade Local de Saúde do Alentejo Central |
| VENCEDOR |
| Unidade Local de Saúde de Almada-Seixal |
CLUSTER E
| NOMEADOS |
| Unidade Local de Saúde de Lisboa Ocidental Unidade Local de Saúde de Santo António Unidade Local de Saúde de São João |
| VENCEDOR |
| Unidade Local de Saúde de Lisboa Ocidental |
| MENÇÕES HONROSAS |
CATEGORIA
SEGURANÇA
DO DOENTE
SEGURANÇA
DO DOENTE
| CLUSTER B: Unidade Local de Saúde de Barcelos/Esposende CLUSTER C: Hospital de Cascais Dr. José de Almeida CLUSTER D: Unidade Local de Saúde do Alentejo Central CLUSTER E: Unidade Local de Saúde de Lisboa Ocidental |
CATEGORIA
ATIVIDADES
CLÍNICAS
ATIVIDADES
CLÍNICAS
| CLUSTER B: Unidade Local de Saúde do Estuário do Tejo CLUSTER C: Unidade Local de Saúde da Cova da Beira CLUSTER D: Unidade Local de Saúde de Almada-Seixal CLUSTER E: Unidade Local de Saúde de Lisboa Ocidental |
CATEGORIA
CONSUMO E PREPARAÇÃO
DE MEDICAMENTOS
CONSUMO E PREPARAÇÃO
DE MEDICAMENTOS
| CLUSTER B: Unidade Local de Saúde do Baixo Mondego CLUSTER C: Unidade Local de Saúde da Região de Leiria CLUSTER D: Unidade Local de Saúde de Almada-Seixal CLUSTER E: Unidade Local de Saúde de São João |
| APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS |
Os resultados deste trabalho foram apresentados coordenador do estudo, Hugo Lopes, engagement manager da IQVIA. O programa da sessão inclui também uma conferência a cargo do farmacêutico hospitalar britânico Alisdair Jones, do NHS Foundation Trust, sobre a importância da Farmácia Hospitalar no sistema de saúde.
Estas intervenções foram depois comentadas numa sessão de debate que registou a participação de Helena Farina, da Direção Executiva do SNS, do presidente da ACSS, André Trindade, do presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, Xavier Barreto, da farmacêutica hospitalar, Vera Pires, membro da comissão de acompanhamento do estudo, e da diretora-geral da Lilly Portugal, Alicia de Castro, uma das entidades parceiras deste projeto.
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