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Compreendi
Conselho de Jovens Farmacêuticos
O Conselho de Jovens Farmacêuticos tem como propósito definir uma estratégia que contribua para a missão da Ordem dos Farmacêuticos, e que assentará em 3 domínios: o acesso à profissão e uma Ordem que seja um espaço de inclusão, participação, evolução, suporte e construção; o contexto de novos desafios para a saúde que se apresentará aos farmacêuticos no futuro e às novas gerações e uma Ordem mais preparada para esses desafios emergentes; e o desenvolvimento profissional que permitirá o reforço e modernização de um ato farmacêutico que desbloqueie o potencial da profissão para melhorar a saúde dos cidadãos.



 COMPETÊNCIAS

O Conselho de Jovens Farmacêuticos assume a participação ativa na definição de políticas de saúde de interesse estratégico para os jovens farmacêuticos e para as gerações futuras, propondo reflexões e recomendações em matérias relacionadas com o exercício profissional, com foco na inovação e nos desafios emergentes. Paralelamente, promove iniciativas junto das associações de estudantes e jovens farmacêuticos, reforçando a ligação entre estes e as estruturas da Ordem, com o objetivo de construir uma maior coesão intergeracional.


 OBJETIVOS
  • Compreender as expectativas, preocupações e necessidades dos farmacêuticos em início de carreira e das gerações vindouras, por forma a aproximar a Ordem aos mais jovens e recomendar transformações que permitam a adequação do papel da instituição ao futuro;
  • Refletir sobre o presente e futuro da profissão farmacêutica para os farmacêuticos em início de carreira e gerações vindouras e, em particular respondendo às oportunidades e desafios do sistema de saúde e aos anseios e expectativas dos farmacêuticos, atuais e futuros;
  • Emitir recomendações sobre o reforço e preservação da autonomia do exercício farmacêutico nos diversos contextos de atividade, em particular nas áreas emergentes e em proximidade com as áreas de especialidade;
  • Emitir recomendações sobre as perspetivas de futuro da valorização profissional dos farmacêuticos numa ótica intergeracional, através de carreiras especializadas, singulares, progressivas e de reconhecido valor para a sociedade, que assegurem o respeito pelas competências e responsabilidades, quer nos atos próprios, quer na prática multidisciplinar;
  • Recomendar as necessárias condições internas (ex. desenvolvimento profissional), e externas (ex. ligação à Academia), para reforçar a qualificação técnica e científica dos farmacêuticos mais jovens, fazendo parte da resposta às necessidades atuais e de futuro do sistema de saúde;
  • Propor soluções que respondam aos principais desafios de futuro da transição demográfica e da resiliência e sustentabilidade do sistema de saúde, afirmando estratégias colaborativas entre farmacêuticos e com outras profissões.


 AÇÕES PARA O MANDATO

Consolidar o envolvimento e participação dos jovens na vida da Ordem, promovendo discussões e intervenções ao nível da multidisciplinariedade, da interligação entre as diversas áreas do setor farmacêutico e do diálogo entre contextos profissionais. Pretende também impulsionar a valorização das especializações, do desenvolvimento profissional contínuo e das competências farmacêuticas, contribuindo assim para uma profissão mais coesa, inovadora e preparada para os desafios do futuro.


 COMPOSIÇÃO

  • David Santana | PRESIDENTE
  • Afonso Garcia | Presidente da APEF
  • Cristiano Serra
  • Diogo Marques
  • Filipa Vaz
  • Francisco Carvalho
  • Inês Costa
  • Iolanda Pereira
  • Joana Grangeia
  • Luís Azevedo
  • Maria Lourenço | Vice-Presidente APJF
  • Raquel Mateus
  • Regina Dias
  • Rui Relvas
  • Simaura Faria
  • Tiago Rodrigues | Vice- Presidente APJF
  • Gonçalo Fonseca | Vice-Presidente APEF